Reconhecimento internacional reforça a qualidade da rede credenciada do plano de saúde Sabin Sinai

O Hospital Monte Sinai integra o seleto grupo de instituições privadas reconhecidas em Minas Gerais no ranking Latin America’s Top Private Hospitals & Clinics 2026, divulgado pela revista Newsweek em parceria com a Statista, referência global em inteligência de dados. Entre mais de mil instituições avaliadas, apenas 153 foram destacadas, e o Hospital Monte Sinai está entre elas. Para quem é beneficiário do plano de saúde Sabin Sinai, essa conquista significa acesso a um cuidado clínico ainda mais qualificado dentro da rede credenciada.

Nesta segunda edição do levantamento, que analisa o desempenho em ortopedia e oftalmologia, o Monte Sinai se sobressai nas cirurgias de catarata e na cirurgia refrativa ocular. Esse resultado é fruto da combinação entre equipes altamente especializadas, protocolos assistenciais atualizados e tecnologia de ponta, fatores que fazem diferença na segurança, precisão e recuperação do paciente.

A metodologia do ranking é rigorosa e multidimensional. Ela considera recomendações de médicos especialistas na América Latina, acreditações e certificações que comprovam padrões de qualidade, avaliações no Google como indicador da experiência do paciente e a adoção de PROMs (Patient-Reported Outcome Measures), que medem os resultados percebidos diretamente pelos pacientes. Em outras palavras, o reconhecimento não se baseia apenas em reputação: ele reflete processos consistentes e desfechos clínicos que importam no dia a dia do cuidado.

Centro Cirúrgico Oftalmológico do Hospital Monte Sinai
O Hospital Monte Sinai dispõe de salas exclusivas para a Oftalmologia no Centro Cirúrgico, onde são realizadas as cirurgias de catarata

Para os beneficiários Sabin Sinai, ter um hospital com essa chancela na rede credenciada amplia a confiança no atendimento, especialmente em oftalmologia, área em que o Monte Sinai se posiciona como referência em Minas Gerais para procedimentos de alta complexidade. Da indicação ao pós-operatório, o paciente encontra um percurso assistencial estruturado, transparente e centrado em resultados.

Se você precisa de avaliação em oftalmologia, deseja esclarecer dúvidas sobre indicação de cirurgia ou quer entender a cobertura do seu plano, nossa orientação é simples: consulte a rede credenciada, agende sua consulta com um especialista e leve suas perguntas. Um atendimento de excelência começa com informação clara, expectativa alinhada e decisões compartilhadas entre você e seu médico.

Beneficiários Sabin Sinai contam com uma rede que valoriza qualidade, segurança e experiência do paciente. E o reconhecimento ao Hospital Monte Sinai reforça esse compromisso.

  • Para orientações sobre cobertura, elegibilidade e agendamentos, acesse a rede credenciada Sabin Sinai ou entre em contato com nossos canais de atendimento.
  • Em casos específicos, seu médico poderá avaliar a melhor indicação terapêutica e orientar o caminho assistencial adequado dentro do seu plano.

Reconhecimento internacional reforça a qualidade da rede credenciada do plano de saúde Sabin Sinai

O Hospital Monte Sinai integra o seleto grupo de instituições privadas reconhecidas em Minas Gerais no ranking Latin America’s Top Private Hospitals & Clinics 2026, divulgado pela revista Newsweek em parceria com a Statista, referência global em inteligência de dados. Entre mais de mil instituições avaliadas, apenas 153 foram destacadas, e o Hospital Monte Sinai está entre elas. Para quem é beneficiário do plano de saúde Sabin Sinai, essa conquista significa acesso a um cuidado clínico ainda mais qualificado dentro da rede credenciada.

Nesta segunda edição do levantamento, que analisa o desempenho em ortopedia e oftalmologia, o Monte Sinai se sobressai nas cirurgias de catarata e na cirurgia refrativa ocular. Esse resultado é fruto da combinação entre equipes altamente especializadas, protocolos assistenciais atualizados e tecnologia de ponta, fatores que fazem diferença na segurança, precisão e recuperação do paciente.

A metodologia do ranking é rigorosa e multidimensional. Ela considera recomendações de médicos especialistas na América Latina, acreditações e certificações que comprovam padrões de qualidade, avaliações no Google como indicador da experiência do paciente e a adoção de PROMs (Patient-Reported Outcome Measures), que medem os resultados percebidos diretamente pelos pacientes. Em outras palavras, o reconhecimento não se baseia apenas em reputação: ele reflete processos consistentes e desfechos clínicos que importam no dia a dia do cuidado.

Centro Cirúrgico Oftalmológico do Hospital Monte Sinai
O Hospital Monte Sinai dispõe de salas exclusivas para a Oftalmologia no Centro Cirúrgico, onde são realizadas as cirurgias de catarata

Para os beneficiários Sabin Sinai, ter um hospital com essa chancela na rede credenciada amplia a confiança no atendimento, especialmente em oftalmologia, área em que o Monte Sinai se posiciona como referência em Minas Gerais para procedimentos de alta complexidade. Da indicação ao pós-operatório, o paciente encontra um percurso assistencial estruturado, transparente e centrado em resultados.

Se você precisa de avaliação em oftalmologia, deseja esclarecer dúvidas sobre indicação de cirurgia ou quer entender a cobertura do seu plano, nossa orientação é simples: consulte a rede credenciada, agende sua consulta com um especialista e leve suas perguntas. Um atendimento de excelência começa com informação clara, expectativa alinhada e decisões compartilhadas entre você e seu médico.

Beneficiários Sabin Sinai contam com uma rede que valoriza qualidade, segurança e experiência do paciente. E o reconhecimento ao Hospital Monte Sinai reforça esse compromisso.

  • Para orientações sobre cobertura, elegibilidade e agendamentos, acesse a rede credenciada Sabin Sinai ou entre em contato com nossos canais de atendimento.
  • Em casos específicos, seu médico poderá avaliar a melhor indicação terapêutica e orientar o caminho assistencial adequado dentro do seu plano.

ANS divulga Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) de 2025 (ano base 2024)

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) divulga, anualmente, os resultados da avaliação das operadoras. Este dados são traduzidos pelo Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), no Programa de Qualificação de Operadoras (PQO), uma iniciativa da Agência para avaliação periódica do desempenho das operadoras de planos de saúde. Seus objetivos são estimular a qualidade setorial e a redução da assimetria de informação, promovendo maior poder de escolha para o beneficiário e oferecendo subsídios para a melhoria da gestão das operadoras e das ações regulatórias da ANS.

 

A nota global do Sabin Sinai no IDSS 2025 (ano-base 2024) foi de 0,6811, numa avaliação que vai de 0 a 1.

 

CONFIRA AS DIMENSÕES AVALIADAS:

  • IDQS – QUALIDADE EM ATENÇÃO À SAÚDE
    Avaliação do conjunto de ações em saúde que contribuem para o atendimento das necessidades de saúde dos beneficiários, com ênfase nas ações de promoção, prevenção e assistência à saúde prestada. Nesta dimensão, o Sabin Sinai se destacou com nota máxima na Atenção Pré-Natal, na prevenção do câncer do colo do útero nos cuidados com o paciente diabético e nos programas de promoção da saúde e prevenção de doenças dos clientes. | NOTA: 0,7545

 

  • IDGA – GARANTIA DE ACESSO
    Condições relacionadas à rede assistencial que possibilitam a garantia de acesso, abrangendo a oferta de rede de prestadores. Nesta avaliação, os destaques do Sabin Sinai foram para a freqüência de utilização de Rede de Hospitais pela sua qualidade, o mesmo em relação à rede SADT e pelo acesso à contratação individual. | NOTA: 0,4598

 

  • IDSM – SUSTENTABILIDADE NO MERCADO
    Monitoramento da sustentabilidade da operadora, considerando seu equilíbrio econômico-financeiro, passando pela satisfação do beneficiário e compromissos com prestadores. Nesta dimensão se destaca a nota máxima para a avaliação do Índice Geral de Reclamações anual dos clientes e a resolução de notificações de mediação preliminar, ou seja, na resolução de queixas dos clientes.| NOTA 0,8728

 

  • IDGR – GESTÃO DE PROCESSOS E REGULAÇÃO
    Entre outros indicadores, essa dimensão afere o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras junto à ANS. Mais técnica, esta dimensão avalia a qualidade dos dados cadastrais, utilização do SUS e envios de dados à Agência, dentre outros, obtendo nota máxima em todos os quesitos que foram possíveis avaliar. | NOTA: 0,5500

 

Para conferir os detalhes, acesse pelo link  e pesquise: Número da Operadora 414905

 

Publicado em 21 de janeiro de 2026

Transplante de Tecido Musculoesquelético: novidade disponível no Hospital Monte Sinai

Quando a mobilidade é afetada por lesões extensas, perdas ósseas importantes ou situações em que os tratamentos convencionais já não trazem a resposta esperada, o cuidado precisa ir além. É nesse contexto que o Hospital Monte Sinai, em Juiz de Fora, amplia seu portfólio de Medicina de alta complexidade com a implantação do programa de Transplante de Tecido Musculoesquelético, um avanço que abre caminho para novas alternativas de recuperação e qualidade de vida.

O que é o Transplante de Tecido Musculoesquelético?

Trata-se de um procedimento de alta complexidade que utiliza tecidos saudáveis de doadores para substituir estruturas comprometidas, como ossos, tendões, ligamentos, cartilagens e meniscos. Em muitos casos, é indicado quando há grande perda tecidual ou quando outras abordagens já foram tentadas sem o resultado necessário para restaurar função e reduzir dor.

Para quem ele pode ser indicado?

A indicação sempre depende de avaliação médica individual, mas o transplante pode ser considerado em situações como:

  • Lesões ligamentares complexas, com comprometimento de múltiplos ligamentos e recorrências, muitas vezes após traumas de alta energia
  • Lesões tendinosas graves, com perda significativa, retração irreversível ou degeneração extensa que impede o reparo
  • Perdas ósseas importantes, decorrentes de fraturas graves, remoção de tumores ósseos ou revisões de próteses articulares
  • Deformidades congênitas, em que a correção exige suporte ósseo adicional

Com esse recurso, o objetivo é restaurar função, diminuir a dor e ajudar o paciente a retomar sua autonomia, com mais segurança no dia a dia.

Segurança e credenciamento: rigor em cada etapa

No Monte Sinai, a segurança do paciente é premissa. O hospital conta com credenciamento do Ministério da Saúde, que reconhece a conformidade com critérios exigentes para a realização desse tipo de procedimento. Além disso, o atendimento é conduzido por equipe médica ortopédica credenciada e altamente qualificada, preparada para atuar desde a indicação até o acompanhamento pós-operatório.

O Hospital Monte Sinai atua como hospital transplantador — ou seja, mesmo não sendo centro de captação, é responsável por todo o processo cirúrgico e pelo seguimento pós-operatório do paciente.

Para garantir rastreabilidade e qualidade dos enxertos, os tecidos utilizados são provenientes do Banco de Tecidos Musculoesqueléticos do INTO (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia), no Rio de Janeiro, referência nacional por seus protocolos de captação, processamento e distribuição, com foco em compatibilidade biológica e redução de riscos.

Como funciona o processo no Hospital Monte Sinai?

O caminho do paciente começa com uma triagem criteriosa. Após consulta, exames e avaliações específicas, a equipe define o tipo de tecido necessário e faz a solicitação ao INTO, considerando medidas e particularidades do caso.

Com a disponibilidade do tecido, a cirurgia é então programada. Todo o fluxo do programa segue critérios auditados e aprovados, reforçando a capacidade do Monte Sinai de integrar esse tipo de tratamento com segurança e excelência.

Um novo passo para a ortopedia na Zona da Mata

A chegada do Transplante de Tecido Musculoesquelético marca uma evolução importante para o cuidado ortopédico regional. O Hospital Monte Sinai é o único hospital em toda a Zona da Mata com esse recurso disponível, ampliando as possibilidades terapêuticas para casos complexos e fortalecendo o compromisso com inovação, qualidade e assistência centrada no paciente.

Transplante de Tecido Musculoesquelético: novidade disponível no Hospital Monte Sinai

Quando a mobilidade é afetada por lesões extensas, perdas ósseas importantes ou situações em que os tratamentos convencionais já não trazem a resposta esperada, o cuidado precisa ir além. É nesse contexto que o Hospital Monte Sinai, em Juiz de Fora, amplia seu portfólio de Medicina de alta complexidade com a implantação do programa de Transplante de Tecido Musculoesquelético, um avanço que abre caminho para novas alternativas de recuperação e qualidade de vida.

O que é o Transplante de Tecido Musculoesquelético?

Trata-se de um procedimento de alta complexidade que utiliza tecidos saudáveis de doadores para substituir estruturas comprometidas, como ossos, tendões, ligamentos, cartilagens e meniscos. Em muitos casos, é indicado quando há grande perda tecidual ou quando outras abordagens já foram tentadas sem o resultado necessário para restaurar função e reduzir dor.

Para quem ele pode ser indicado?

A indicação sempre depende de avaliação médica individual, mas o transplante pode ser considerado em situações como:

  • Lesões ligamentares complexas, com comprometimento de múltiplos ligamentos e recorrências, muitas vezes após traumas de alta energia
  • Lesões tendinosas graves, com perda significativa, retração irreversível ou degeneração extensa que impede o reparo
  • Perdas ósseas importantes, decorrentes de fraturas graves, remoção de tumores ósseos ou revisões de próteses articulares
  • Deformidades congênitas, em que a correção exige suporte ósseo adicional

Com esse recurso, o objetivo é restaurar função, diminuir a dor e ajudar o paciente a retomar sua autonomia, com mais segurança no dia a dia.

Segurança e credenciamento: rigor em cada etapa

No Monte Sinai, a segurança do paciente é premissa. O hospital conta com credenciamento do Ministério da Saúde, que reconhece a conformidade com critérios exigentes para a realização desse tipo de procedimento. Além disso, o atendimento é conduzido por equipe médica ortopédica credenciada e altamente qualificada, preparada para atuar desde a indicação até o acompanhamento pós-operatório.

O Hospital Monte Sinai atua como hospital transplantador — ou seja, mesmo não sendo centro de captação, é responsável por todo o processo cirúrgico e pelo seguimento pós-operatório do paciente.

Para garantir rastreabilidade e qualidade dos enxertos, os tecidos utilizados são provenientes do Banco de Tecidos Musculoesqueléticos do INTO (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia), no Rio de Janeiro, referência nacional por seus protocolos de captação, processamento e distribuição, com foco em compatibilidade biológica e redução de riscos.

Como funciona o processo no Hospital Monte Sinai?

O caminho do paciente começa com uma triagem criteriosa. Após consulta, exames e avaliações específicas, a equipe define o tipo de tecido necessário e faz a solicitação ao INTO, considerando medidas e particularidades do caso.

Com a disponibilidade do tecido, a cirurgia é então programada. Todo o fluxo do programa segue critérios auditados e aprovados, reforçando a capacidade do Monte Sinai de integrar esse tipo de tratamento com segurança e excelência.

Um novo passo para a ortopedia na Zona da Mata

A chegada do Transplante de Tecido Musculoesquelético marca uma evolução importante para o cuidado ortopédico regional. O Hospital Monte Sinai é o único hospital em toda a Zona da Mata com esse recurso disponível, ampliando as possibilidades terapêuticas para casos complexos e fortalecendo o compromisso com inovação, qualidade e assistência centrada no paciente.

Eletrofisiologista Ana Claudia Venancio é única brasileira na revisão de consenso internacional de marcapasso

A Medicina local pode se orgulhar da distinção que a Dra. Ana Claudia Venancio confere à Juiz de Fora. Eletrofisiologista do Serviço de Arritmias do Hospital Monte Sinai e também do Hospital Albert Sabin, ela foi a única brasileira a atuar como revisora da nova diretriz mundial sobre upgrades e downgrades de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis — como marcapassos, desfibriladores (CDIs) e multissítios.

A diretriz foi publicada nos principais “papers” da área e, em sua elaboração, reuniu especialistas de sociedades internacionais – europeia, canadense, asiática, americana e latino-americana. O documento tem como foco a segurança, o planejamento, a avaliação de risco-benefício e a decisão compartilhada.

Entre os revisores, a Dra. Ana Claudia Venancio representou a LAHRS (Sociedade Latino-Americana de Arritmia Cardíaca), evidenciando sua contribuição científica em nível global. A médica também é Diretora Científica da Galileo Medical Research.

 

O que o consenso destaca

 

Indicação individualizada

  • Decisões de upgrade ou downgrade devem considerar o estado clínico, comorbidades, fragilidade, expectativa de vida, riscos do procedimento e as preferências do paciente.

 

Decisão compartilhada como eixo central

  • Recomenda-se um processo estruturado, com conversa clara, alinhamento de objetivos terapêuticos e registro de preferências, sobretudo em cenários complexos ou com mudança de metas de cuidado.

 

Planejamento pré-procedimento é determinante

  • Enfatiza-se o planejamento e a contingência, incluindo a avaliação de acesso venoso e, quando indicado, o uso de imagens cardíacas para embasar a decisão e reduzir riscos.

Maior complexidade em upgrades/downgrades

  • Esses procedimentos tendem a ser mais complexos que os implantes iniciais, exigindo expertise técnica, avaliação criteriosa das estratégias de acesso e manejo personalizado e seguro dos eletrodos.

 

Prevenção de infecção e abordagem multidisciplinar

  • Prioriza estratégias para redução de risco infeccioso e reforça o papel de equipes multidisciplinares, especialmente em pacientes de maior risco e em reintervenções.

Eletrofisiologista Ana Claudia Venancio é única brasileira na revisão de consenso internacional de marcapasso

A Medicina local pode se orgulhar da distinção que a Dra. Ana Claudia Venancio confere à Juiz de Fora. Eletrofisiologista do Serviço de Arritmias do Hospital Monte Sinai e também do Hospital Albert Sabin, ela foi a única brasileira a atuar como revisora da nova diretriz mundial sobre upgrades e downgrades de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis — como marcapassos, desfibriladores (CDIs) e multissítios.

A diretriz foi publicada nos principais “papers” da área e, em sua elaboração, reuniu especialistas de sociedades internacionais – europeia, canadense, asiática, americana e latino-americana. O documento tem como foco a segurança, o planejamento, a avaliação de risco-benefício e a decisão compartilhada.

Entre os revisores, a Dra. Ana Claudia Venancio representou a LAHRS (Sociedade Latino-Americana de Arritmia Cardíaca), evidenciando sua contribuição científica em nível global. A médica também é Diretora Científica da Galileo Medical Research.

 

O que o consenso destaca

 

Indicação individualizada

  • Decisões de upgrade ou downgrade devem considerar o estado clínico, comorbidades, fragilidade, expectativa de vida, riscos do procedimento e as preferências do paciente.

 

Decisão compartilhada como eixo central

  • Recomenda-se um processo estruturado, com conversa clara, alinhamento de objetivos terapêuticos e registro de preferências, sobretudo em cenários complexos ou com mudança de metas de cuidado.

 

Planejamento pré-procedimento é determinante

  • Enfatiza-se o planejamento e a contingência, incluindo a avaliação de acesso venoso e, quando indicado, o uso de imagens cardíacas para embasar a decisão e reduzir riscos.

Maior complexidade em upgrades/downgrades

  • Esses procedimentos tendem a ser mais complexos que os implantes iniciais, exigindo expertise técnica, avaliação criteriosa das estratégias de acesso e manejo personalizado e seguro dos eletrodos.

 

Prevenção de infecção e abordagem multidisciplinar

  • Prioriza estratégias para redução de risco infeccioso e reforça o papel de equipes multidisciplinares, especialmente em pacientes de maior risco e em reintervenções.