Reconhecimento internacional reforça a qualidade da rede credenciada do plano de saúde Sabin Sinai

O Hospital Monte Sinai integra o seleto grupo de instituições privadas reconhecidas em Minas Gerais no ranking Latin America’s Top Private Hospitals & Clinics 2026, divulgado pela revista Newsweek em parceria com a Statista, referência global em inteligência de dados. Entre mais de mil instituições avaliadas, apenas 153 foram destacadas, e o Hospital Monte Sinai está entre elas. Para quem é beneficiário do plano de saúde Sabin Sinai, essa conquista significa acesso a um cuidado clínico ainda mais qualificado dentro da rede credenciada.

Nesta segunda edição do levantamento, que analisa o desempenho em ortopedia e oftalmologia, o Monte Sinai se sobressai nas cirurgias de catarata e na cirurgia refrativa ocular. Esse resultado é fruto da combinação entre equipes altamente especializadas, protocolos assistenciais atualizados e tecnologia de ponta, fatores que fazem diferença na segurança, precisão e recuperação do paciente.

A metodologia do ranking é rigorosa e multidimensional. Ela considera recomendações de médicos especialistas na América Latina, acreditações e certificações que comprovam padrões de qualidade, avaliações no Google como indicador da experiência do paciente e a adoção de PROMs (Patient-Reported Outcome Measures), que medem os resultados percebidos diretamente pelos pacientes. Em outras palavras, o reconhecimento não se baseia apenas em reputação: ele reflete processos consistentes e desfechos clínicos que importam no dia a dia do cuidado.

Centro Cirúrgico Oftalmológico do Hospital Monte Sinai
O Hospital Monte Sinai dispõe de salas exclusivas para a Oftalmologia no Centro Cirúrgico, onde são realizadas as cirurgias de catarata

Para os beneficiários Sabin Sinai, ter um hospital com essa chancela na rede credenciada amplia a confiança no atendimento, especialmente em oftalmologia, área em que o Monte Sinai se posiciona como referência em Minas Gerais para procedimentos de alta complexidade. Da indicação ao pós-operatório, o paciente encontra um percurso assistencial estruturado, transparente e centrado em resultados.

Se você precisa de avaliação em oftalmologia, deseja esclarecer dúvidas sobre indicação de cirurgia ou quer entender a cobertura do seu plano, nossa orientação é simples: consulte a rede credenciada, agende sua consulta com um especialista e leve suas perguntas. Um atendimento de excelência começa com informação clara, expectativa alinhada e decisões compartilhadas entre você e seu médico.

Beneficiários Sabin Sinai contam com uma rede que valoriza qualidade, segurança e experiência do paciente. E o reconhecimento ao Hospital Monte Sinai reforça esse compromisso.

  • Para orientações sobre cobertura, elegibilidade e agendamentos, acesse a rede credenciada Sabin Sinai ou entre em contato com nossos canais de atendimento.
  • Em casos específicos, seu médico poderá avaliar a melhor indicação terapêutica e orientar o caminho assistencial adequado dentro do seu plano.

ANS divulga Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) de 2025 (ano base 2024)

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) divulga, anualmente, os resultados da avaliação das operadoras. Este dados são traduzidos pelo Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), no Programa de Qualificação de Operadoras (PQO), uma iniciativa da Agência para avaliação periódica do desempenho das operadoras de planos de saúde. Seus objetivos são estimular a qualidade setorial e a redução da assimetria de informação, promovendo maior poder de escolha para o beneficiário e oferecendo subsídios para a melhoria da gestão das operadoras e das ações regulatórias da ANS.

 

A nota global do Sabin Sinai no IDSS 2025 (ano-base 2024) foi de 0,6811, numa avaliação que vai de 0 a 1.

 

CONFIRA AS DIMENSÕES AVALIADAS:

  • IDQS – QUALIDADE EM ATENÇÃO À SAÚDE
    Avaliação do conjunto de ações em saúde que contribuem para o atendimento das necessidades de saúde dos beneficiários, com ênfase nas ações de promoção, prevenção e assistência à saúde prestada. Nesta dimensão, o Sabin Sinai se destacou com nota máxima na Atenção Pré-Natal, na prevenção do câncer do colo do útero nos cuidados com o paciente diabético e nos programas de promoção da saúde e prevenção de doenças dos clientes. | NOTA: 0,7545

 

  • IDGA – GARANTIA DE ACESSO
    Condições relacionadas à rede assistencial que possibilitam a garantia de acesso, abrangendo a oferta de rede de prestadores. Nesta avaliação, os destaques do Sabin Sinai foram para a freqüência de utilização de Rede de Hospitais pela sua qualidade, o mesmo em relação à rede SADT e pelo acesso à contratação individual. | NOTA: 0,4598

 

  • IDSM – SUSTENTABILIDADE NO MERCADO
    Monitoramento da sustentabilidade da operadora, considerando seu equilíbrio econômico-financeiro, passando pela satisfação do beneficiário e compromissos com prestadores. Nesta dimensão se destaca a nota máxima para a avaliação do Índice Geral de Reclamações anual dos clientes e a resolução de notificações de mediação preliminar, ou seja, na resolução de queixas dos clientes.| NOTA 0,8728

 

  • IDGR – GESTÃO DE PROCESSOS E REGULAÇÃO
    Entre outros indicadores, essa dimensão afere o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras junto à ANS. Mais técnica, esta dimensão avalia a qualidade dos dados cadastrais, utilização do SUS e envios de dados à Agência, dentre outros, obtendo nota máxima em todos os quesitos que foram possíveis avaliar. | NOTA: 0,5500

 

Para conferir os detalhes, acesse pelo link  e pesquise: Número da Operadora 414905

 

Publicado em 21 de janeiro de 2026

Transplante de Tecido Musculoesquelético: novidade disponível no Hospital Monte Sinai

Quando a mobilidade é afetada por lesões extensas, perdas ósseas importantes ou situações em que os tratamentos convencionais já não trazem a resposta esperada, o cuidado precisa ir além. É nesse contexto que o Hospital Monte Sinai, em Juiz de Fora, amplia seu portfólio de Medicina de alta complexidade com a implantação do programa de Transplante de Tecido Musculoesquelético, um avanço que abre caminho para novas alternativas de recuperação e qualidade de vida.

O que é o Transplante de Tecido Musculoesquelético?

Trata-se de um procedimento de alta complexidade que utiliza tecidos saudáveis de doadores para substituir estruturas comprometidas, como ossos, tendões, ligamentos, cartilagens e meniscos. Em muitos casos, é indicado quando há grande perda tecidual ou quando outras abordagens já foram tentadas sem o resultado necessário para restaurar função e reduzir dor.

Para quem ele pode ser indicado?

A indicação sempre depende de avaliação médica individual, mas o transplante pode ser considerado em situações como:

  • Lesões ligamentares complexas, com comprometimento de múltiplos ligamentos e recorrências, muitas vezes após traumas de alta energia
  • Lesões tendinosas graves, com perda significativa, retração irreversível ou degeneração extensa que impede o reparo
  • Perdas ósseas importantes, decorrentes de fraturas graves, remoção de tumores ósseos ou revisões de próteses articulares
  • Deformidades congênitas, em que a correção exige suporte ósseo adicional

Com esse recurso, o objetivo é restaurar função, diminuir a dor e ajudar o paciente a retomar sua autonomia, com mais segurança no dia a dia.

Segurança e credenciamento: rigor em cada etapa

No Monte Sinai, a segurança do paciente é premissa. O hospital conta com credenciamento do Ministério da Saúde, que reconhece a conformidade com critérios exigentes para a realização desse tipo de procedimento. Além disso, o atendimento é conduzido por equipe médica ortopédica credenciada e altamente qualificada, preparada para atuar desde a indicação até o acompanhamento pós-operatório.

O Hospital Monte Sinai atua como hospital transplantador — ou seja, mesmo não sendo centro de captação, é responsável por todo o processo cirúrgico e pelo seguimento pós-operatório do paciente.

Para garantir rastreabilidade e qualidade dos enxertos, os tecidos utilizados são provenientes do Banco de Tecidos Musculoesqueléticos do INTO (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia), no Rio de Janeiro, referência nacional por seus protocolos de captação, processamento e distribuição, com foco em compatibilidade biológica e redução de riscos.

Como funciona o processo no Hospital Monte Sinai?

O caminho do paciente começa com uma triagem criteriosa. Após consulta, exames e avaliações específicas, a equipe define o tipo de tecido necessário e faz a solicitação ao INTO, considerando medidas e particularidades do caso.

Com a disponibilidade do tecido, a cirurgia é então programada. Todo o fluxo do programa segue critérios auditados e aprovados, reforçando a capacidade do Monte Sinai de integrar esse tipo de tratamento com segurança e excelência.

Um novo passo para a ortopedia na Zona da Mata

A chegada do Transplante de Tecido Musculoesquelético marca uma evolução importante para o cuidado ortopédico regional. O Hospital Monte Sinai é o único hospital em toda a Zona da Mata com esse recurso disponível, ampliando as possibilidades terapêuticas para casos complexos e fortalecendo o compromisso com inovação, qualidade e assistência centrada no paciente.

Transplante de Tecido Musculoesquelético: novidade disponível no Hospital Monte Sinai

Quando a mobilidade é afetada por lesões extensas, perdas ósseas importantes ou situações em que os tratamentos convencionais já não trazem a resposta esperada, o cuidado precisa ir além. É nesse contexto que o Hospital Monte Sinai, em Juiz de Fora, amplia seu portfólio de Medicina de alta complexidade com a implantação do programa de Transplante de Tecido Musculoesquelético, um avanço que abre caminho para novas alternativas de recuperação e qualidade de vida.

O que é o Transplante de Tecido Musculoesquelético?

Trata-se de um procedimento de alta complexidade que utiliza tecidos saudáveis de doadores para substituir estruturas comprometidas, como ossos, tendões, ligamentos, cartilagens e meniscos. Em muitos casos, é indicado quando há grande perda tecidual ou quando outras abordagens já foram tentadas sem o resultado necessário para restaurar função e reduzir dor.

Para quem ele pode ser indicado?

A indicação sempre depende de avaliação médica individual, mas o transplante pode ser considerado em situações como:

  • Lesões ligamentares complexas, com comprometimento de múltiplos ligamentos e recorrências, muitas vezes após traumas de alta energia
  • Lesões tendinosas graves, com perda significativa, retração irreversível ou degeneração extensa que impede o reparo
  • Perdas ósseas importantes, decorrentes de fraturas graves, remoção de tumores ósseos ou revisões de próteses articulares
  • Deformidades congênitas, em que a correção exige suporte ósseo adicional

Com esse recurso, o objetivo é restaurar função, diminuir a dor e ajudar o paciente a retomar sua autonomia, com mais segurança no dia a dia.

Segurança e credenciamento: rigor em cada etapa

No Monte Sinai, a segurança do paciente é premissa. O hospital conta com credenciamento do Ministério da Saúde, que reconhece a conformidade com critérios exigentes para a realização desse tipo de procedimento. Além disso, o atendimento é conduzido por equipe médica ortopédica credenciada e altamente qualificada, preparada para atuar desde a indicação até o acompanhamento pós-operatório.

O Hospital Monte Sinai atua como hospital transplantador — ou seja, mesmo não sendo centro de captação, é responsável por todo o processo cirúrgico e pelo seguimento pós-operatório do paciente.

Para garantir rastreabilidade e qualidade dos enxertos, os tecidos utilizados são provenientes do Banco de Tecidos Musculoesqueléticos do INTO (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia), no Rio de Janeiro, referência nacional por seus protocolos de captação, processamento e distribuição, com foco em compatibilidade biológica e redução de riscos.

Como funciona o processo no Hospital Monte Sinai?

O caminho do paciente começa com uma triagem criteriosa. Após consulta, exames e avaliações específicas, a equipe define o tipo de tecido necessário e faz a solicitação ao INTO, considerando medidas e particularidades do caso.

Com a disponibilidade do tecido, a cirurgia é então programada. Todo o fluxo do programa segue critérios auditados e aprovados, reforçando a capacidade do Monte Sinai de integrar esse tipo de tratamento com segurança e excelência.

Um novo passo para a ortopedia na Zona da Mata

A chegada do Transplante de Tecido Musculoesquelético marca uma evolução importante para o cuidado ortopédico regional. O Hospital Monte Sinai é o único hospital em toda a Zona da Mata com esse recurso disponível, ampliando as possibilidades terapêuticas para casos complexos e fortalecendo o compromisso com inovação, qualidade e assistência centrada no paciente.

Eletrofisiologista Ana Claudia Venancio é única brasileira na revisão de consenso internacional de marcapasso

A Medicina local pode se orgulhar da distinção que a Dra. Ana Claudia Venancio confere à Juiz de Fora. Eletrofisiologista do Serviço de Arritmias do Hospital Monte Sinai e também do Hospital Albert Sabin, ela foi a única brasileira a atuar como revisora da nova diretriz mundial sobre upgrades e downgrades de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis — como marcapassos, desfibriladores (CDIs) e multissítios.

A diretriz foi publicada nos principais “papers” da área e, em sua elaboração, reuniu especialistas de sociedades internacionais – europeia, canadense, asiática, americana e latino-americana. O documento tem como foco a segurança, o planejamento, a avaliação de risco-benefício e a decisão compartilhada.

Entre os revisores, a Dra. Ana Claudia Venancio representou a LAHRS (Sociedade Latino-Americana de Arritmia Cardíaca), evidenciando sua contribuição científica em nível global. A médica também é Diretora Científica da Galileo Medical Research.

 

O que o consenso destaca

 

Indicação individualizada

  • Decisões de upgrade ou downgrade devem considerar o estado clínico, comorbidades, fragilidade, expectativa de vida, riscos do procedimento e as preferências do paciente.

 

Decisão compartilhada como eixo central

  • Recomenda-se um processo estruturado, com conversa clara, alinhamento de objetivos terapêuticos e registro de preferências, sobretudo em cenários complexos ou com mudança de metas de cuidado.

 

Planejamento pré-procedimento é determinante

  • Enfatiza-se o planejamento e a contingência, incluindo a avaliação de acesso venoso e, quando indicado, o uso de imagens cardíacas para embasar a decisão e reduzir riscos.

Maior complexidade em upgrades/downgrades

  • Esses procedimentos tendem a ser mais complexos que os implantes iniciais, exigindo expertise técnica, avaliação criteriosa das estratégias de acesso e manejo personalizado e seguro dos eletrodos.

 

Prevenção de infecção e abordagem multidisciplinar

  • Prioriza estratégias para redução de risco infeccioso e reforça o papel de equipes multidisciplinares, especialmente em pacientes de maior risco e em reintervenções.

Eletrofisiologista Ana Claudia Venancio é única brasileira na revisão de consenso internacional de marcapasso

A Medicina local pode se orgulhar da distinção que a Dra. Ana Claudia Venancio confere à Juiz de Fora. Eletrofisiologista do Serviço de Arritmias do Hospital Monte Sinai e também do Hospital Albert Sabin, ela foi a única brasileira a atuar como revisora da nova diretriz mundial sobre upgrades e downgrades de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis — como marcapassos, desfibriladores (CDIs) e multissítios.

A diretriz foi publicada nos principais “papers” da área e, em sua elaboração, reuniu especialistas de sociedades internacionais – europeia, canadense, asiática, americana e latino-americana. O documento tem como foco a segurança, o planejamento, a avaliação de risco-benefício e a decisão compartilhada.

Entre os revisores, a Dra. Ana Claudia Venancio representou a LAHRS (Sociedade Latino-Americana de Arritmia Cardíaca), evidenciando sua contribuição científica em nível global. A médica também é Diretora Científica da Galileo Medical Research.

 

O que o consenso destaca

 

Indicação individualizada

  • Decisões de upgrade ou downgrade devem considerar o estado clínico, comorbidades, fragilidade, expectativa de vida, riscos do procedimento e as preferências do paciente.

 

Decisão compartilhada como eixo central

  • Recomenda-se um processo estruturado, com conversa clara, alinhamento de objetivos terapêuticos e registro de preferências, sobretudo em cenários complexos ou com mudança de metas de cuidado.

 

Planejamento pré-procedimento é determinante

  • Enfatiza-se o planejamento e a contingência, incluindo a avaliação de acesso venoso e, quando indicado, o uso de imagens cardíacas para embasar a decisão e reduzir riscos.

Maior complexidade em upgrades/downgrades

  • Esses procedimentos tendem a ser mais complexos que os implantes iniciais, exigindo expertise técnica, avaliação criteriosa das estratégias de acesso e manejo personalizado e seguro dos eletrodos.

 

Prevenção de infecção e abordagem multidisciplinar

  • Prioriza estratégias para redução de risco infeccioso e reforça o papel de equipes multidisciplinares, especialmente em pacientes de maior risco e em reintervenções.

1º Centro de Coleta de Células-Tronco de MG: Monte Sinai apresenta novidade no processo de coleta

As células-tronco mesenquimais do cordão umbilical estão no centro das maiores apostas da medicina regenerativa moderna. A novidade é que, agora, esse material tão valioso pode ser coletado e preservado com segurança em Minas Gerais, por meio de um processo realizado exclusivamente no Hospital Monte Sinai, referência na área.

 

A coleta acontece no momento do parto, de forma totalmente segura e indolor, sem qualquer risco para a mãe ou o bebê. Após a coleta, o material segue para processamento e armazenamento em laboratório especializado, com tecnologia avançada que garante a preservação das células por tempo indeterminado.

 

O grande diferencial das células-tronco mesenquimais está no seu potencial terapêutico. Elas podem ser utilizadas em pesquisas e tratamentos de doenças autoimunes, degenerativas, traumas e em terapias que ainda estão em desenvolvimento. Ao contrário das células-tronco do sangue do cordão umbilical, que têm aplicação restrita a doenças hematológicas, as mesenquimais apresentam capacidade de atuação em diversos tecidos do organismo. E o tecido do cordão umbilical é apenas uma das fontes de coleta destas células.

 

Quer saber como funciona o processo de coleta de células-tronco?

Confira nosso passo a passo que garante a segurança e eficácia no armazenamento.

Entrando em contato com o Centro de Coleta de Células-tronco o paciente agenda a primeira consulta com o dentista para avaliar a possibilidade de coleta. Indicar exames, se necessário, e o melhor momento para realizar a coleta.

 

A coleta pode ser feita do dente de leite, dente siso ou por biópsia do céu da boca (palato): realizadas no Centro de Coletas ou no dentista previamente cadastrado.

 

A extração é simples, feita em uma cadeira de dentista com em um procedimento odontológico de rotina.

 

É necessário ao menos 1/3 de raiz do dente e que não haja cáries, garantindo que as células-tronco ainda estejam nutridas pela raiz e ainda isoladas do ambiente oral. Por isso, a importância da avaliação pelo dentista.

 

Nos casos da coleta pelo céu da boca, é feita uma micro incisão circular de 3mm no céu da boca, não há suturas e, em poucos dias, o local é regenerado.

 

Também é possível fazer a coleta é feita do tecido adiposo, o material é aspirado em um procedimento estético (por exemplo, lipoaspiração) e deve ser colocado em nosso Kit de Coleta ao invés de ser descartado.

 

Depois de coletado, o material é enviado para o laboratório da Rcrio, laboratório parceiro do Monte Sinai, que desenvolveu a tecnologia. Lá, então, é realizado o isolamento das células-tronco, análises, testes e, com aprovação dos ensaios de qualidade, a amostra é congelada e o Certificado de Criopreservação é enviado ao paciente.

Monte Sinai é o primeiro Centro de Coleta de Células-Tronco de Minas

O avanço da medicina caminha lado a lado com o aumento da longevidade da população. Dados do Ministério da Saúde e do IBGE indicam que, a partir de 2030, o número de idosos no Brasil deve superar o de crianças. O desafio, agora, é garantir não apenas mais anos de vida, mas mais qualidade de vida.

 

Nesse cenário, terapias celulares ganham destaque como uma das principais apostas da medicina regenerativa. Doenças atualmente sem cura definitiva, como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla, diabetes, lesões cardíacas, ósseas e da medula espinhal, já estão no centro de pesquisas que utilizam células-tronco como base para novos tratamentos.

 

É nesse contexto que o Hospital Monte Sinai passa a ocupar um papel de protagonismo ao inaugurar o primeiro Centro de Coleta de Células-Tronco de Minas Gerais. As primeiras coletas já foram realizadas, marcando um avanço estratégico que posiciona o hospital como referência em terapia celular avançada no estado.

Com essa iniciativa, o Monte Sinai consolida seu papel como centro de inovação em saúde e medicina regenerativa no estado.

 

Gestantes ou famílias que planejam o futuro encontram, agora, uma possibilidade concreta de investir em prevenção e cuidado a longo prazo.

 

Para saber mais sobre o processo de coleta e armazenamento, o Centro de Coleta de Células-Tronco do Hospital Monte Sinai está disponível pelo telefone (32) 2104-4190 ou WhatsApp (32) 2104-5678.

1º Centro de Coleta de Células-Tronco de MG: Monte Sinai apresenta novidade no processo de coleta

As células-tronco mesenquimais do cordão umbilical estão no centro das maiores apostas da medicina regenerativa moderna. A novidade é que, agora, esse material tão valioso pode ser coletado e preservado com segurança em Minas Gerais, por meio de um processo realizado exclusivamente no Hospital Monte Sinai, referência na área.

 

A coleta acontece no momento do parto, de forma totalmente segura e indolor, sem qualquer risco para a mãe ou o bebê. Após a coleta, o material segue para processamento e armazenamento em laboratório especializado, com tecnologia avançada que garante a preservação das células por tempo indeterminado.

 

O grande diferencial das células-tronco mesenquimais está no seu potencial terapêutico. Elas podem ser utilizadas em pesquisas e tratamentos de doenças autoimunes, degenerativas, traumas e em terapias que ainda estão em desenvolvimento. Ao contrário das células-tronco do sangue do cordão umbilical, que têm aplicação restrita a doenças hematológicas, as mesenquimais apresentam capacidade de atuação em diversos tecidos do organismo. E o tecido do cordão umbilical é apenas uma das fontes de coleta destas células.

 

Quer saber como funciona o processo de coleta de células-tronco?

Confira nosso passo a passo que garante a segurança e eficácia no armazenamento.

Entrando em contato com o Centro de Coleta de Células-tronco o paciente agenda a primeira consulta com o dentista para avaliar a possibilidade de coleta. Indicar exames, se necessário, e o melhor momento para realizar a coleta.

 

A coleta pode ser feita do dente de leite, dente siso ou por biópsia do céu da boca (palato): realizadas no Centro de Coletas ou no dentista previamente cadastrado.

 

A extração é simples, feita em uma cadeira de dentista com em um procedimento odontológico de rotina.

 

É necessário ao menos 1/3 de raiz do dente e que não haja cáries, garantindo que as células-tronco ainda estejam nutridas pela raiz e ainda isoladas do ambiente oral. Por isso, a importância da avaliação pelo dentista.

 

Nos casos da coleta pelo céu da boca, é feita uma micro incisão circular de 3mm no céu da boca, não há suturas e, em poucos dias, o local é regenerado.

 

Também é possível fazer a coleta é feita do tecido adiposo, o material é aspirado em um procedimento estético (por exemplo, lipoaspiração) e deve ser colocado em nosso Kit de Coleta ao invés de ser descartado.

 

Depois de coletado, o material é enviado para o laboratório da Rcrio, laboratório parceiro do Monte Sinai, que desenvolveu a tecnologia. Lá, então, é realizado o isolamento das células-tronco, análises, testes e, com aprovação dos ensaios de qualidade, a amostra é congelada e o Certificado de Criopreservação é enviado ao paciente.

Monte Sinai é o primeiro Centro de Coleta de Células-Tronco de Minas

O avanço da medicina caminha lado a lado com o aumento da longevidade da população. Dados do Ministério da Saúde e do IBGE indicam que, a partir de 2030, o número de idosos no Brasil deve superar o de crianças. O desafio, agora, é garantir não apenas mais anos de vida, mas mais qualidade de vida.

 

Nesse cenário, terapias celulares ganham destaque como uma das principais apostas da medicina regenerativa. Doenças atualmente sem cura definitiva, como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla, diabetes, lesões cardíacas, ósseas e da medula espinhal, já estão no centro de pesquisas que utilizam células-tronco como base para novos tratamentos.

 

É nesse contexto que o Hospital Monte Sinai passa a ocupar um papel de protagonismo ao inaugurar o primeiro Centro de Coleta de Células-Tronco de Minas Gerais. As primeiras coletas já foram realizadas, marcando um avanço estratégico que posiciona o hospital como referência em terapia celular avançada no estado.

Com essa iniciativa, o Monte Sinai consolida seu papel como centro de inovação em saúde e medicina regenerativa no estado.

 

Gestantes ou famílias que planejam o futuro encontram, agora, uma possibilidade concreta de investir em prevenção e cuidado a longo prazo.

 

Para saber mais sobre o processo de coleta e armazenamento, o Centro de Coleta de Células-Tronco do Hospital Monte Sinai está disponível pelo telefone (32) 2104-4190 ou WhatsApp (32) 2104-5678.

Excelência que se comprova: Hospital Albert Sabin conquista novamente a certificação ONA 3

O Hospital Albert Sabin acaba de receber uma das mais importantes validações de qualidade do setor de saúde brasileiro. Entre os dias 4, 5 e 6 de novembro, nossa instituição passou pela rigorosa auditoria de recertificação conduzida pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG), entidade oficialmente credenciada pela ONA (Organização Nacional de Acreditação).

Um marco de excelência renovado

Com grande satisfação, anunciamos que o Hospital Albert Sabin foi reafirmado no Nível 3, Acreditado com Excelência, mantendo-se no mais alto patamar de acreditação nacional. Esta conquista representa não apenas a continuidade de nosso compromisso com a qualidade, mas também o reconhecimento de nossa evolução constante.

O que significa o selo ONA Nível 3?

O selo ONA Nível 3 é reservado para instituições que demonstram:

  • Maturidade institucional consolidada
  • Gestão integrada em todos os processos
  • Cultura de melhoria contínua enraizada
  • Evidências comprovadas de segurança e qualidade nos processos assistenciais e administrativos

Benefícios diretos para pacientes e famílias

Esta acreditação traduz-se em vantagens concretas para quem confia em nossos cuidados:

  • Atendimento mais seguro e padronizado
  • Fluxos de cuidado coordenados e eficientes
  • Diagnósticos e encaminhamentos mais ágeis
  • Menor variabilidade nos resultados clínicos
  • Processos mais transparentes e rastreáveis

Reconhecimento ao trabalho da equipe

Este resultado é, acima de tudo, um reconhecimento público do trabalho diário de todas as equipes que fazem do Hospital Albert Sabin uma referência em qualidade assistencial.

Compromisso renovado com a Excelência

A renovação da acreditação ONA Nível 3 reforça nossa constância de propósito: continuar oferecendo assistência com qualidade e segurança a todos os nossos pacientes, sempre buscando a melhoria contínua e a inovação em saúde.

Prêmio Destaque do Ano 2025: o reconhecimento que reforça a missão do Sabin Sinai na saúde regional

Reconhecimento não é apenas uma conquista. É a validação de um caminho, de um propósito e de um compromisso assumido diariamente com milhares de pessoas. No dia 8 de novembro, o Sabin Sinai recebeu o Prêmio Destaque do Ano 2025, concedido pelo Jornal do Povo, reforçando seu impacto positivo no desenvolvimento da saúde suplementar na Zona da Mata Mineira.

A homenagem destaca a dedicação da operadora em oferecer um cuidado mais humano, resolutivo e inovador, baseado em um modelo que coloca o beneficiário no centro de todas as decisões.

Um evento que valoriza quem transforma a região

A cerimônia foi realizada no elegante espaço Villa Foncá, em Santos Dumont, e reuniu empresas, profissionais e personalidades que, ao longo dos anos, contribuíram para o crescimento e a vitalidade da região. O prêmio, que chega à sua 37ª edição, é reconhecido por celebrar quem faz diferença, e quem mantém compromisso constante com qualidade, inovação e impacto social.

Para o Sabin Sinai, a homenagem chega como reforço da missão de ser uma operadora que promove não apenas acesso, mas um modelo de cuidado orientado, integral e preventivo.

Por que o prêmio é significativo para a saúde suplementar local

No cenário da saúde, confiança é construída com tempo, consistência e transparência. Ser reconhecido como Destaque do Ano não apenas reforça a credibilidade da marca, como também demonstra o quanto o trabalho realizado impacta diretamente a vida das pessoas, das famílias e das empresas da região.

O Sabin Sinai tem priorizado:

  • Ampliação da Atenção Primária à Saúde
    • Fortalecimento dos Espaços Vita
    • Programas de gestão de saúde e prevenção
    • Cuidado multidisciplinar e humanizado
    • Tecnologia para maior resolutividade

Essa abordagem está alinhada ao que existe de mais eficaz em sistemas de saúde de referência no mundo, e isso produz resultados reais.

Um reconhecimento que inspira continuidade

O prêmio recebido não encerra um ciclo. Pelo contrário, abre espaço para novos desafios e reforça a responsabilidade de continuar construindo uma saúde suplementar mais humana e confiável.

Para quem é beneficiário, a homenagem também é um lembrete: existe uma equipe trabalhando todos os dias para que a experiência seja cada vez mais clara, leve e acolhedora.


📞 Central Sabin Sinai: (32) 3031-0500
📲 Central de Vendas – Empresas: (32) 3026-8181
  🌐 sabinsinai.com.br

 

Hospital consolida-se como referência em Oncologia ampliando seu complexo integrado de tratamento

O Monte Sinai, reconhecido entre os 50 melhores hospitais do Brasil pela revista Newsweek, amplia seu Complexo Integrado de Oncologia que posiciona a instituição na vanguarda do tratamento oncológico clínico e cirurgia de referência nacional. A iniciativa tem como um de seus incentivadores o Dr. Gustavo Ramalho, Diretor de Novos Negócios do Hospital. O Monte Sinai busca se posicionar com o pioneirismo que é marca de sua atuação também nesta especialidade, uma vez que (infelizmente) o câncer se projeta como a principal doença entre os brasileiros já nas próximas décadas.

Unidade de Oncologia e Onco-Hematologia: cuidado humanizado e especializado

Seguindo as melhores práticas internacionais, o hospital dedica um andar exclusivo para pacientes oncológicos, reunindo equipe de enfermagem dedicada, time multidisciplinar especializado e protocolos específicos para manejo de sintomas. “Esta tendência dos hospitais de referência visa oferecer cuidado ainda mais especializado aos pacientes imunodeprimidos, que necessitam assistência diferenciada e acolhimento emocional especial”, explica Dr. Ramalho.

Centro de Infusão OncoSinai: tecnologia de ponta

O novo Centro de Infusão oferece ambiente moderno e seguro para administração de medicamentos especializados, atendendo pelo menos oito especialidades médicas – Oncologia, Reumatologia, Hematologia, Neurologia, Gastroenterologia, Dermatologia, Infectologia e Cardiologia. O centro que já é especializado na infusão para tratamento oncológico, abrange agora também as doenças autoimunes como artrite reumatoide, esclerose múltipla e lúpus, utilizando terapias imunobiológicas, anticorpos monoclonais, dentre outras.

Pioneirismo nacional: primeiro hospital de MG a usar tarlatamabe

O Monte Sinai tornou-se o primeiro hospital de Minas Gerais a utilizar o tarlatamabe, terapia revolucionária aprovada pela ANVISA para câncer de pulmão de pequenas células em estágio avançado. A tecnologia “treina” o sistema imunológico para combater células cancerígenas com 40% de taxa de resposta em estudos clínicos.

Em geral, as primeiras prescrições recomendam a internação, que neste caso aconteceu em nossa nova unidade no Monte Sinai. Mas a medicação pode seguir com aplicação ambulatorial, no nosso Centro de Infusão, por exemplo. Mostrando aí claramente como este ecossistema do tratamento do câncer precisa estar bem estruturado.

O peso do avanço da Radioterapia Intervencionista

Por vários anos o Monte Sinai foi o único complexo em Minas Gerais que permitiu a logística complicada para a Radioembolização por Itrio, que exige um suporte diagnóstico e de cuidados especializados para o tratamento de câncer primário de fígado. Muito recentemente, hospitais de Belo Horizonte começaram a fazer o procedimento, mostrando o quanto nossa área de radiologia e radiointervenção é avançada, o que também é fundamental nos procedimentos oncológicos, já participando não só do diagnóstico, mas também com soluções terapêuticas em diversos tipos de câncer.

Cirurgia Robótica: principal abordagem é no câncer

Desde o procedimento mais comum entre as especialidades que utilizam a cirurgia assistida por robô, que é a prostatectomia para tratamento do câncer de próstata, a cânceres de pulmão, de cabeça e pescoço e diversos outros, a robótica é um grande aliado na Oncologia. Desde que implementou seu programa, há pouco mais de um ano, o Monte Sinai já chega este mês a 200 procedimentos, vendo os resultados promissores da precisão milimétrica desta abordagem minimamente invasiva, com foco na preservação de tecidos, além de alta e recuperação mais precoces do paciente. Sem citar muitas outras vantagens deste tipo de intervenção.

Oncologia de Precisão: o futuro personalizado

O hospital desenvolve também a Oncologia de Precisão, abordagem que personaliza tratamentos com base nas características genéticas e moleculares de cada tumor. “Em vez de tratamento padrão, utilizaremos análises avançadas para identificar alterações específicas, permitindo terapias mais eficazes e menos tóxicas”, explica Dr. Ramalho.

Expansão futura: Acelerador Linear

Para completar o ecossistema oncológico integrado, o Monte Sinai prepara-se para integrar um acelerador linear, oferecendo radioterapia e consolidando-se como centro completo de tratamento oncológico.

Com expertise crescente desde 2014, quando iniciou o transplante de medula óssea na rede privada e posteriormente a inauguração de seu centro ambulatorial, o OncoSinai, em 2018, o Monte Sinai reafirma sua posição como referência nacional também em tratamentos oncológicos, oferecendo a qualidade que os pacientes em sua luta contra o câncer, sem precisar recorrer a grandes centros.

Procedimento pioneiro em Minas Gerais traz nova esperança para pacientes com tumor no fígado

O Hospital Monte Sinai passou a realizar, de forma pioneira em Minas Gerais, a radioembolização de tumor hepático, um procedimento de alta complexidade que representa um avanço importante no tratamento do câncer de fígado e de metástases hepáticas inoperáveis.

A técnica utiliza microesferas de Itrio-90, um material radioativo capaz de agir diretamente no tumor, com maior precisão e menor impacto sobre os tecidos saudáveis. Atualmente, o Monte Sinai é o único hospital do estado a executar esse tipo de tratamento, reforçando sua posição como referência em terapias avançadas.

Como funciona a radioembolização hepática

A radioembolização exige uma estrutura hospitalar altamente especializada e uma equipe multidisciplinar experiente. No Monte Sinai, o procedimento conta com o suporte integrado dos setores de Hemodinâmica, Medicina Nuclear, Imagem, Radiologia e Radiologia Intervencionista, do complexo hospitalar.

O tratamento acontece em duas etapas. A primeira ocorre cerca de uma semana antes da aplicação definitiva das microesferas e inclui a internação do paciente. Nesse momento, é realizado um mapeamento vascular detalhado do tumor, essencial para identificar possíveis conexões com outros órgãos e evitar que o material radioativo migre para áreas indesejadas do corpo.

Precisão máxima e logística rigorosa

Cada detalhe do procedimento é cuidadosamente planejado. A dose de Itrio-90 é personalizada para cada paciente, calculada com extrema precisão e importada diretamente dos Estados Unidos. O material tem uma vida útil de apenas 64 horas, o que exige logística sincronizada e protocolos rígidos de segurança.

A manipulação do Itrio segue normas específicas da Medicina Nuclear: superfícies protegidas, embalagens controladas, tempos definidos para armazenamento e descarte adequado. Durante a infusão, todos os profissionais que entram e saem da sala de Hemodinâmica passam por verificação de radiação com equipamentos próprios, garantindo segurança total.

Para quem o procedimento é indicado

Desde 2018, cerca de 12 radioembolizações já foram realizadas no Hospital Monte Sinai, e novos casos estão em fase de aprovação, especialmente após o procedimento passar a integrar o rol da ANS para tumores primários de fígado.

A técnica também pode ser indicada para:

  • Metástases hepáticas inoperáveis

  • Tumores secundários, especialmente de origem neuroendócrina, mama e cólon

  • Pacientes idosos ou fragilizados que não toleram quimioterapia

  • Pessoas com câncer hepático que aguardam transplante de fígado, como forma de controle da doença

Além do controle tumoral, a radioembolização contribui para a melhora da qualidade de vida, com menos efeitos colaterais quando comparada a tratamentos sistêmicos tradicionais.

Referência em inovação e cuidado

Ao oferecer esse procedimento inédito em Minas Gerais, o Hospital Monte Sinai amplia o acesso a terapias modernas e reforça seu compromisso com a inovação, a segurança e o cuidado integral ao paciente oncológico.

Para quem enfrenta um diagnóstico complexo, avanços como esse representam mais do que tecnologia: significam novas possibilidades de tratamento e esperança real.